Jul 03

De humilde empresa familiar japonesa a gigante internacional, a Toyota é hoje a montadora de carros número 1 do planeta. O jornalista David Magee explorou a fundo toda a incrível jornada de vinte e cinco anos da empresa e revela ao mundo, em O segredo da Toyota (Campus - Elsevier), quais os critérios e as qualidades que fizeram da marca a melhor e mais conhecida do setor.

Mais do que uma montadora ou empresa de produção, a Toyota, é, como revelarão as páginas deste livro, um estilo de vida profissional, uma forma de progresso, melhoria, ambição e aperfeiçoamento, comprovada e consagrada.

David Magee entrevistou executivos influentes que fazem parte da história da Toyota e nos revela uma empresa com enorme crescimento contínuo, altíssimos índices de fidelidade dos consumidores e trabalhadores felizes.

Bastante elogiado pela mídia internacional, O segredo da Toyota expõe poderosas lições de gestão e de liderança, práticas e valiosas, presentes na postura de negócios da Toyota, cujo valor é inestimável para gerentes de todos os setores e indústrias.

O SEGREDO DA TOYOTA, NOVO LANÇAMENTO DA EDITORA CAMPUS-ELSEVIER

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Jul 02

Um total de 41,5 milhões de brasileiros acessaram a Internet no primeiro trimestre de 2008, segundo o estudo do Ibope NetRatings. O maior número apurado desde setembro de 2000, quando iniciaram as mediações da empresa, representa a penetração das classes C e D na rede e traduz as mudanças de configuração do mundo digital para atender essa faixa crescente faixa de consumo. No mesmo período deste ano, segundo consultoria IDC, 2,8 milhões de brasileiros adquiriram computador. Ou seja, a cada três segundos foi vendido um PC.

“O mundo digital obedece às mesmas leis da oferta e procura. Com o amento de público dessa faixa de consumo específica, crescem também as ferramentas de livre acesso”, afirma Stephania Fincatti, gerente de marketing da Orolix, um dos maiores provedores de acesso discado do País. Em sites relacionados a comunidades, onde cerca de 18,5 milhões de brasileiros navegaram em maio, segundo o IBOPE, encontram-se desde e-mails e blogs até álbum de fotos com livre acesso. Isso que a pesquisa não inclui fotologs, videologs e programas de mensagens instantâneas, que, somados, alcançaram 20,6 milhões de internautas no mesmo mês.

“A Internet transformou-se em um meio de comunicação onde as organizações têm oportunidade de oferecer benefícios em troca do fortalecimento de sua marca, algo que não tem preço”, afirma Fincatti, citando como exemplo os discadores que pagam pelas horas navegadas, ring tones, wall papers, entre outros recursos. “Nessa disputa pela atenção do consumidor, mesmo que seja pelo desejo de a marca ser lembrada, ele torna-se visível e sai, pelo menos virtualmente, da margem da sociedade”, conclui Fincatti.

CLASSES C E D FOMENTAM CRESCIMENTO DE SERVIÇOS GRATUITOS NA INTERNET

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Jul 02

Empresas que começam a perder o nível de controle, ou seja, apresentam relatórios de baixa qualidade, informações imprecisas e não confiáveis para tomada de decisões, que têm problemas no controle interno, atrasam a entrega de balanços e de relatórios contábeis e ainda demonstram outras dificuldades com freqüência, são grandes candidatas a enfrentarem crises futuras. Quando essas companhias não percebem esses sinais e chegam a um estado de colapso, começa-se então o conflito de interesses entre os diversos stakeholders ligados a ela.

De acordo com o especialista em planejamento estratégico Fábio Bartolozzi Astrauskas, sócio da Siegen, consultoria especializada em recuperação de empresas em crise e sucessão familiar, esses stakeholders podem ser divididos em cinco grupos: os financeiros, os fornecedores, os clientes, os empregados e os acionistas. Numa situação de colapso, essas cinco entidades são prejudicadas, inclusive os acionistas da empresa. “Quando o dono da companhia procura ajuda para reestruturá-la é porque ele mesmo já não consegue mais retirar o seu pró-labore”, afirma Astrauskas.

Cada um desses envolvidos possui um perfil diferente e naturalmente busca a melhor situação para si, o que os leva a responder à crise de maneiras distintas. O financeiro busca seu crédito, o fornecedor busca manter a parceria por dois motivos: o primeiro, devido à possibilidade de não receber, o segundo, por receio de perder a oportunidade de continuar faturando para este cliente. “O fornecedor tende a ser mais colaborativo e tem medo de ser cortado. Ele olha a empresa de forma diferente e quer poucas mudanças”, explica o especialista.

Já o cliente, preocupa-se em ter o fornecimento regular do produto ou serviço que está adquirindo, tem ainda medo de enfrentar atrasos na entrega e de ter problemas com as duplicatas. A relação de parceria continuará se os produtos da empresa forem de boa qualidade.

Outro grupo de envolvidos são os empregados. Em geral, nesses momentos os colaboradores ameaçam greves para receber salários atrasados e evitar demissões. Caso seja necessário fazer uma reestruturação forte, com demissão de muitos funcionários, a companhia enfrentará dificuldades na negociação com o sindicato.

Quanto aos acionistas, o consultor explica que o processo se desenvolve com mais facilidade se for apenas um, entretanto, em grupos maiores os condutores do processo de reestruturação podem ter mais dificuldade na negociação. “Sempre tem aquele acionista que não está na empresa, têm ainda vários outros que dependem da atividade da organização e outros com atividades paralelas e os que não querem ser afetados pela crise e pretendem continuar fazendo suas retiradas”, afirma Astrauskas.

São cinco comportamentos diferentes e que devem ser contemplados diante a uma situação de reestruturação. “Cabe aos condutores e aos próprios stakeholders encontrarem uma solução que seja ótima para o grupo, mesmo que cada um deva abrir mão de alguma coisa”, conclui.

Fonte: Fábio Bartolozzi Astrauskas é sócio da consultoria Siegen. O especialista defendeu tese na Universidade de São Paulo tendo como tema a nova Lei de Falências e a importância da recuperação das empresas. É membro do IBGC - Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. Na área acadêmica, foi professor adjunto do Centro Universitário FMU, na Faculdade de Economia entre 1993 e 1999.

CONFLITOS DE INTERESSES PODEM AFETAR PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO DE EMPRESAS

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Jul 01

A preocupação no desenvolvimento de líderes tomou conta das prioridades corporativas nos últimos anos. Diversos treinamentos, abordagens, literaturas e gurus foram lançados ao redor do tema. Os investimentos são válidos, pois o líder realmente pode fazer a diferença nos resultados obtidos por uma equipe.O problema é que a liderança tem deixado a desejar em relação às questões ligadas à produtividade e à qualidade de vida, já que líderes sem tempo, estressados, sempre correndo e com foco em questões urgentes estão se proliferando em um ritmo acelerado no ambiente corporativo.

A verdade é que esses profissionais sem tempo para si próprios estão gerando equipes focadas na urgência. A conseqüência disso é um time estressado e sem tempo para nada. Nos dias de hoje, não basta apenas ser líder, é preciso ter tempo para sim mesmo e, também, para liderar.

Se você é um líder, veja alguns fatores que o fazem ter esse tempo que falta. Se não for seu caso, envie este artigo para sua liderança iniciar esse desafio:

Comece a mudança em você - Em primeiro lugar, o líder precisa conquistar um maior equilíbrio entre sua vida pessoal e profissional, realizar um melhor planejamento de suas demandas diárias e ter foco nas prioridades reais. Isso significa que o líder precisa aprender uma metodologia de administração de tempo para que consiga maximizar suas horas disponíveis e se tornar um exemplo para sua equipe.
Lidere pelo Exemplo - Você fica horas navegando na Internet? Adora contar piada nos momentos de concentração do grupo? Vive atrasado com suas prioridades? Trabalha demais depois do horário? Envia e-mails desnecessários ou correntes? Você é o líder ou o ladrão de tempo da equipe? Se você não for um exemplo, sua equipe não terá uma inspiração divina para mudar os hábitos improdutivos.
Defina prioridades - Pode parecer óbvio, mas na prática, a liderança faz a equipe focar em múltiplas prioridades e acaba ficando sem tempo para atender a tantas demandas simultaneamente. O que é realmente prioritário para seu time nesta semana? Qual o impacto destas atividades com as metas corporativas? Estabeleça os objetivos a serem alcançados em ordem de importância, assim irá distribuir da melhor maneira possível o tempo dos profissionais de sua equipe.
Senso de Importância - Muitos líderes divulgam aos quatros cantos a necessidade da equipe ter “senso de urgência”, mas ela precisa fazer com que as coisas urgentes sejam raras exceções e focar em atividades importantes, que tragam resultados. Previnam as urgências e faça o time evoluir ao invés de simplesmente agir.
Colaboração é a estratégia da liderança - Se você quer gerar resultados no mundo conectado em que vivemos, é preciso que aprenda a colaborar. Use um software online, como o Neotriad, que permita que sua equipe visualize o que deve ser feito, os indicadores de desempenho, de metas e principalmente que permita se planejar em grupo.
Não adianta mais saber liderar para criar um ambiente produtivo e com resultados, é preciso saber liderar com tempo e com metodologia, para que você e sua equipe consigam resultados com equilíbrio. É possível fazer uma mudança radical na sua forma de comandar a equipe e de planejar em grupo!

VOCÊ LIDERA COM TEMPO? - POR CHRISTIAN BARBOSA

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Jun 30

Decidir qual é a melhor escola de MBA a cursar é o investimento mais estratégico da sua carreira profissional. Este empreendimento financeiro requer no mínimo um processo decisório acertado. Apenas ler sobre as instituições desejadas não é suficiente. A melhor alternativa é conhecer os campi dessas universidades, interagir com estudantes e professores, assistir aulas, conversar com os escritórios de admissão, esclarecer dúvidas e compreender melhor os pré-requisitos e o perfil dos alunos selecionados.

Pensando nisto, a Interaction Times e a MBA House promoverão uma missão nos Estados Unidos, entre os dias 17 de outubro e 02 de novembro de 2008, para pessoas interessadas em cursar MBA naquele país e agregar valor aos seus currículos.

O participante conhecerá os melhores MBAs nos EUA, como universidades de Wharton, Columbia, NYU, Yale, Harvard, MIT, Chicago, Kellogg, Stanford e Berkeley. Também ampliará o seu conhecimento nas áreas de sustentabilidade, tecnologia da informação, mercado financeiro e sociedade civil. Terá a possibilidade de fazer visitas em instituições internacionais como o Banco Mundial, a Organização das Nações Unidas, Conselho das Américas, Missão Brasileira junto às Nações Unidas, Bolsa de Valores de Nova Iorque, Bolsa de Commodities de Chicago e empresas do Vale do Silício.

O conhecimento integral adquirido por meio destas reuniões permitirá aos participantes escolher de forma adequada o curso que mais satisfaz suas necessidades profissionais abrindo um novo spectrum de oportunidades para alavancar suas carreiras de maneira sustentável e diferenciada. Não menos importante, a participação nesta missão permitirá aos participantes uma visão global sobre temáticas absolutamente relevantes, tornando-os global thinkers. Tal capacitação será útil para o seu crescimento pessoal e profissional, e aumentará as chances de ser aceito, se assim desejar, em uma instituição de ponta.

Sobre a Interaction Times: A Interaction Times Consultoria e Assessoria em Relações Internacionais realiza projetos relacionados à projeção internacional do Brasil. Atua no ramo de consultoria e assessoria em relações internacionais, planejando e promovendo missões comerciais, viagens acadêmicas, cursos e eventos ligados à área de Relações Internacionais.

Sobre a MBA House: A MBA House é escola líder na América Latina em preparação de executivos e profissionais de outras áreas no ingresso aos melhores MBAs do Brasil e do Mundo. Professores e consultores especialistas no atendimento a grupos reduzidos e também de forma individual nas fases do desenvolvimento do candidato e o apoio tecnológico didático desenvolvido internamente, conferem à MBA House resultados comparáveis aos melhores do Mundo.

COMO DECIDIR QUAL É O MELHOR MBA PARA VOCÊ?

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Jun 26

Por Rogério Martins

  Nem todo mundo nasceu para ser líder. E isso não tem a ver com dom ou qualquer outra prerrogativa de cunho genético ou espiritual. A questão é que há pessoas que simplesmente não querem ser líderes. Agem de forma consciente ou inconsciente contra o papel da liderança. Não se sentem “tocadas” com o espírito da liderança.

Liderar significa correr riscos. Esta ação gera medo em certas pessoas. Ter de assumir uma posição é algo incômodo, pois gera ansiedade, dúvida, insegurança. Há indivíduos que preservam mais do que tudo sua sensação de segurança e assumir o papel da liderança é exatamente quebrar este equilíbrio.

Há vários exemplos de pessoas que eram excelentes técnicos, e ao serem içados a uma posição de liderança tornaram-se fracassos absolutos. Como recusar uma promoção? Eis aí um grande dilema para tantas pessoas no mundo corporativo moderno.

Até o início dos anos 80 era muito presente no ambiente profissional a velha máxima: para ser líder, gerente ou diretor é preciso ter tempo de casa. Dali até os dias atuais vemos cada vez mais este tipo de pensamento e atitude corporativa sendo extinta. No mundo competitivo atual não há mais espaço para protecionismos, mas para competência.

O grande erro que se cometia era o de promover à liderança aquele mais antigo. Hoje o erro continua, mas de outra forma. Promove-se aquele que é muito competente no que faz. O ponto crucial é a não observação de que há diferenças entre a competência técnica e a competência da liderança.

Apesar do exercício da liderança exigir método, rotina, conhecimento e outras habilidades técnicas, atuar como líder exige muito mais do comportamento do indivíduo, do que o tempo de casa ou sua capacitação acadêmica e profissional. Por isso, é possível encontrarmos excelentes Engenheiros ocupando o papel de liderança e Administradores e Psicólogos sendo péssimos líderes. Não basta ter a capacitação técnica apenas; é preciso ter o preparo comportamental, mas principalmente a vontade de liderar. É necessário ter identificação com o papel da liderança. Saber que ao assumir esta posição o indivíduo lidará com uma atividade que vai além daquela que aprendeu na universidade.

Por isso, é preciso ter coragem para liderar. É fundamental que a pessoa faça o exercício solitário de pensar em si como um líder e todas as suas implicações. O que irá ganhar e perder; analisar se está preparado para as novas pressões que irá sofrer e como poderá lidar como elas. Entender que esta nova posição irá exigir muito mais do que conhecimento técnico, mas preparo pessoal para lidar com um fator intangível: o ser humano.

Não há demérito em não ser líder. Imagine se o mundo fosse repleto de líderes, como conseguiríamos viver? Há espaço para todos, líderes e liderados. Pense em si mesmo e o que te faz bem. Como gosta de trabalhar? Prefere estar à frente de tudo ou executando suas atividades? Gosta de tomar decisões e planejar estratégias ou prefere analisar, pesquisar ou executar o trabalho? Note que é possível agir como um líder em diversas situações do dia-a-dia. A diferença de assumir um cargo ou posição de liderança é que isso será constante, e nem todos se dispõem a assumir este papel.

A sociedade atual por vezes induz os indivíduos a assumirem uma posição que não lhes diz respeito. Por isso, clarifique para si mesmo o que quer. O que te faz bem. Ao perceber que a atuação como um líder é algo instigante, desafiador, enriquecedor, vá em frente: prepare-se, estude, pratique, mas tenha a humildade para saber reconhecer no meio do caminho se é isso mesmo o que você quer. Há momentos quando precisamos recuar para avançar. Há situações que é melhor esperar, analisar e aprender, para depois seguir em frente. Agora, se perceber que isto não é para você, seja o melhor naquilo que buscar fazer. Sucesso!

Home-page : www.personaconsultoria.com.br

SER OU NÃO SER LÍDER, EIS A QUESTÃO

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Jun 25

A Philips do Brasil, empresa voltada para as áreas de Cuidados com a Saúde, Iluminação e produtos de Consumo e Estilo de Vida, patrocina a Corporate Run 2008, a única corrida do país idealizada para integrar empresas e funcionários.

A corrida acontece na Cidade Universitária, em São Paulo, no próximo dia 3 de agosto. A largada será às 9h e estima-se que mais de 5 mil corredores participem do evento. As equipes podem ser formadas por quatro atletas, que correm 10 quilômetros cada, ou oito corredores, percorrendo cinco quilômetros cada um.

Mais informações em www.corporaterun.com.br.

Condicionamento Físico

Entre as ações da Philips para promover a saúde e melhorar a qualidade de vida de seus públicos, foi criado há 17 anos o FIT, um programa completo de condicionamento físico para os funcionários. Até hoje, mais de 600 colaboradores já participaram do programa, que propõe um roteiro de atividades físicas criadas de acordo com a necessidade de cad a um, sempre acompanhadas de atendimento médico e nutricional.

“As atividades visam prevenir doenças e promover bem-estar entre os funcionários, tornando a prática um hábito saudável, sem a pretensão de transformá-los em atletas”, diz Renato Barreiros, gerente de Saúde e Qualidade de Vida da Philips.

Para fazer parte do FIT, o funcionário interessado é inicialmente submetido a exames clínicos e avaliação nutricional. Somente após o resultado das avaliações é que o participante inicia suas aulas, e poderá, posteriormente, participar de corridas e outras atividades patrocinadas pela empresa.

PHILIPS PATROCINA MAIOR PROVA DE CORRIDA DO UNIVERSO CORPORATIVO

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Jun 25

De acordo com a última pesquisa divulgada pela Mercer Human Resource Consulting, o número de transferências internacionais de executivos cresceu 44% entre os anos de 2005 e 2006. Acompanhando essa tendência mundial, o Brasil surge como importante pólo de expatriação de executivos de alto escalão.

A abertura de novos escritórios, o desenvolvimento de projetos locais, a exportação de expertise técnica específica, a perda temporária de especialistas locais, o desenvolvimento de carreira ou treinamento, a liderança global e o desenvolvimento do negócio são as principais causas que levam uma organização a buscar a transferência internacional.

Segundo dados do Ministério do Trabalho, existem mais de dois milhões de brasileiros trabalhando legalmente no exterior, sendo que os principais destinos são: Estados Unidos, França, Itália, Espanha, Japão e Portugal; além dos países do BRIC, do qual o próprio Brasil faz parte.

Todavia, o que vem preocupando as organizações são os casos nos quais o investimento não é compensatório, como nos episódios de executivos que comprometem projetos por problemas pessoais de adaptação, prejudicando seu desempenho e, como conseqüência, os resultados da empresa.

Segundo Alexander Posdnyakov, diretor da companhia Alexpress Global Logistics Relocation - única empresa nacional especializada em full relocation que interliga todas as fases de um processo de expatriação de executivos - as empresas valorizam o profissional brasileiro porque ele reúne um grupo de características que o coloca em vantagem na hora de encarar os desafios provenientes desse tipo de experiência internacional.

“O brasileiro tem como características ser receptivo a novas culturas e ter facilidade de adaptação, provenientes da diversidade cultural do país. Esses traços passaram a ser mais valorizados quando as empresas constataram que o maior agente dos altos índices de desistências nos contratos dos expatriados era a dificuldade de adaptação à nova realidade após a relocação”, afirma Alexander. “A família é o principal fator do processo de adaptação e, por isso, os serviços de relocação devem considerar filhos, cônjuges e até animais de estimação quando preparam a expatriação”, constata o consultor.

O custo de um profissional expatriado é de mais de um milhão de dólares por ano nos níveis de gerência, podendo ainda ser de valores mais exorbitantes quando se tratam de profissionais do alto escalão. Em todos os níveis hierárquicos, as despesas com um expatriado são estimadas em mais de três vezes do que é gasto com um profissional local. Esse alto investimento no fator humano reafirma a necessidade de sucesso do processo.

“Destaco ainda que a grande vantagem do profissional brasileiro seja a rica experiência gerada com as numerosas transformações econômicas sofridas pelo país. Os diversos planos monetários e as crises econômicas presenciados por nossos executivos asseguram grande capacidade para administrar crises e uma visão mais ampla das possibilidades futuras”, conclui o especialista.

ECLÉTICOS E FLEXÍVEIS, EXECUTIVOS BRASILEIROS ESTÃO ENTRE OS MAIS REQUISITADOS NO MERCADO MUNDIAL

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Jun 24

Está certo afirmar que currículo vazio não pára em pé. Também é correto dizer que o mundo globalizado acabou com a arrogância de quem buscava as melhores colocações apenas com o currículo embaixo do braço, acreditando na auto-suficiência eterna.

Na era da revolução da informação, nada dá mais status que o conhecimento, no entanto este se torna prontamente obsoleto, fazendo com que o ciclo de aprendizado do ser humano seja contínuo e ininterrupto.

Mas todo esse discurso torna-se uma contradição no meio corporativo. É claramente perceptível o apego exagerado aos conhecimentos técnicos observados por um profissional num processo seletivo, em contrapartida às competências comportamentais. Apesar das facilidades ora existentes de aprimoramento constante, os selecionadores de pessoas se encantam com um currículo recheado de saberes, como se estes se bastassem.

Muitas empresas reclamam de não encontrar no mercado profissionais que dominem suas tecnologias, muitas vezes, tão específicas e únicas, e deixam de usar sua expertise para formar mão-de-obra para a perpetuação do negócio. Esse é o perfil negligenciado das organizações que aprendem.

Então o inevitável acontece: contrata-se pelo técnico, e em curto espaço de tempo, demite-se por comportamentos incompatíveis com o negócio, com a missão, com a visão e com os valores corporativos. Demitir custa caro e esse desperdício pode ser evitado.

Formar tecnicamente profissionais parece não ser uma tarefa complicada. Aliás, quando as pessoas são treinados no técnico, o retorno sobre o investimento é quase imediato. O problema, que pode ser transformado em oportunidade dependendo da mentalidade que a empresa tem diante de suas fragilidades, está na aquisição de novos comportamentos. Estes estão fortemente ligados a atitudes e aos valores pessoais, ambos não vistos a olhos nus. Pena que as mudanças ainda ocorram a duras penas de forma a impedir que a empresa alce vôo em condições de obter mais sucesso antes do declive.

Quer caminhar com mais naturalidade, com menos estresse (ou no mínimo um estresse mais saudável) e maior proatividade? Contrate por valores! Defenda os valores essenciais da sua organização selecionando e retendo os seus melhores talentos.

Tenho observado o grau de humanização descrita na missão e visão das empresas no mercado nacional. Quando analiso, mesmo que superficialmente, se o discurso é congruente com a prática, me deparo com um distanciamento enorme entre o que os dirigentes dizem acreditar e o que claramente as suas ações comunicam. Valores não são apenas palavras. Valores devem orientar o comportamento da sua equipe; valores dão sentido e canalizam esforços para que as vitórias sejam coletivas. Pessoas que se orgulham do local onde trabalham percebem uma nítida convergência entre seus valores pessoais e os valores organizacionais.

Se você ainda enxerga a existência de uma lacuna entre o obtido e o desejado, e percebe na sua equipe uma ausência de proatividade, de iniciativa, de visão para antecipar-se aos problemas, de comprometimento, está na hora de rever os valores da sua corporação, clarificando-os e transformando-os em comportamentos observáveis e claro, incorruptíveis. Destile e transmita seus valores organizacionais a começar pela sua liderança. Brade-os entusiasticamente a cada reunião, a cada encontro, no dia-a-dia. Reconheça, comemore publicamente e recompense pessoas que apresentam as atitudes que enalteçam seus valores essenciais.

Provoque conexões entre as suas estratégias empresariais e a gestão de suas pessoas. Transmita confiança garantindo que o seu discurso está em perfeita comunhão com a prática. Eduque as suas pessoas! Educar é um processo que lhe traz resultados garantidos. Treine o técnico. Eduque comportamentos! É a melhor forma de disseminar ao mercado sua marca, seu legado!

Como você quer ser visto e lembrado amanhã? Que tal começar pensar desde já? Garanto que as competências técnicas da sua empresa serão insuficientes para mantê-lo vivo.

*Marcia Vespa é psicóloga com extensão em psicodrama, pós-graduada em marketing de negócios e MBA em gestão de pessoas pela Escola de Administração de Empresas da FGV e diretora da Leme Consultoria (www.lemeconsultoria.com.br)
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Sobre a Leme Consultoria (www.lemeconsultoria.com.br)
Patrocinadora do Conarh 2008
Responsável pelo desenvolvimento da metodologia inédita capaz mensurar as competências dos funcionários com comprovação matemática, a Leme Consultoria atua no mercado desde 1992 nas áreas de tecnologia da informação com soluções para Recursos Humanos e consultoria em Gestão Empresarial. Além disso, promove soluções de Gestão de Pessoas alinhadas à estratégia empresarial como Mapeamento e Avaliação de Competências, Avaliação de Desempenho e Remuneração por Competências, Clima Organizacional e Balanced Scorecard.
Rogerio Leme, diretor do grupo é autor dos livros: “Aplicação Prática de Gestão de Pessoas por Competências” e “Avaliação de Desempenho com Foco em Competência”, ambos publicados pela editora Qualitymark.

EMPRESAS CONTRATAM POR COMPETÊNCIAS TÉCNICAS E DEMITEM PELAS COMPORTAMENTAIS

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Jun 23

por Rogerio Martins

As mulheres vêm ganhando cada vez mais espaço no mundo corporativo e isso não é nenhuma novidade, mas ainda assusta muita gente. Em minha experiência profissional e acadêmica tive o privilégio de conviver com muitas mulheres. Sempre comento com os amigos que meu exemplo maior de liderança é de uma excepcional profissional que tive como gestora, logo no início de minha carreira. Ela me ensinou muito mais do que a atividade que exercia. Sua sensibilidade e paixão pelo que fazia e faz até hoje foram sua marca registrada em mim.

Ao longo de minha carreira profissional tive diversas experiências diferentes no que tange a convivência com gestores homens e mulheres. Percebi que há sutis e, às vezes, consideráveis diferenças entre a gestão masculina e feminina. Destas minhas experiências conclui que as mulheres, em geral, são mais tolerantes, intuitivas, emotivas, mediadoras, generalistas e conseguem lidar com diversas atividades e pensamentos ao mesmo tempo.

Na cultura oriental temos, através do TAO, uma interessante divisão entre masculino e feminino (Yin e Yang). A força masculina é voltada para a razão, a agressividade, a realização, o concreto, objetivo, a força. Em contrapartida, o feminino se revela através da emoção, do sentir, da negociação, da contemplação, dos relacionamentos, da afetividade.

No universo corporativo durante anos tivemos a velha máxima: “manda quem pode e obedece quem tem juízo”. Esta frase revela fortemente o predomínio da visão masculina, concreta, fria, focada somente nos resultados a qualquer custo. Aos poucos essa forma de gerenciamento vem se modificando, principalmente com a presença cada vez maior das mulheres em posições de comando. Sendo assim, hoje temos cada vez mais a valorização do indivíduo, sua qualidade de vida, seus interesses, seus sonhos. Tudo isso é fruto desta revolução silenciosa vinda através desta força feminina.

Como nos ensina o TAO, o mais importante não é o domínio de uma ou outra força, mas o equilíbrio entre ambas. Por isso, o poder do feminino nas organizações é fator primordial para o sucesso de pessoas, empresas, nações e negócios. Aqueles que conseguem trabalhar estas forças de modo sensato e positivo, extraindo o melhor de cada uma, sem dúvida estarão muito a frente no caminho do sucesso.

Seja homem ou mulher, experimente perceber em si mesmo e na organização que trabalha como estas forças masculina e feminina estão presentes. Observe e pratique a objetividade do universo masculino, mas tenha a sensibilidade do universo feminino para saber o momento de ceder, recuar ou avançar ainda mais.

 Home-page : www.personaconsultoria.com.br

O PODER DO FEMININO NAS ORGANIZAÇÕES

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