Jul 16

bioritmo01.jpgBio Ritmo Academia, rede com 17 unidades no Brasil, inicia uma nova estratégia de comunicação. Após fazer um trabalho intenso com campanhas institucionais em outdoor a empresa vai para a mídia impressa com testemunhal dos próprios alunos.

Foram selecionados quatro alunos, entre vários que se candidataram para participar da campanha da academia, que deram seu testemunhal sobre as mudanças e resultados que a Bio Ritmo proporcionou na vida deles. “Nada é mais verdadeiro do que nossos próprios alunos contando os ganhos que tiveram com o programa Face2Face”, comemora Edgard Corona, CEO da Bio Ritmo.

A academia tem, desde 2004, a exclusividade da licença do programa F2F que “garante resultados em 45 dias ou seu dinheiro de volta!”. A estréia da campanha acontece na revista Veja São Paulo desta semana com um adendo promocional. Quem levar o anúncio em uma das unidades, na contratação de um dos planos ganha matricula e chip de acesso. Serão quatro inserções de uma página na Veja São Paulo e outras mídias ainda estão em definição e terão foco mais local, nos bairros onde a Bio Ritmo tem unidade.

Ficha técnica
Cliente: Bio Ritmo
Título: “Eu consegui na Bio Ritmo”
Produto: Institucional
Agência: DW10 Propaganda
Direção de Criação: Wagner Solano
Redação: Departamento de Marketing Bio Ritmo
Produção: DW10 Propaganda
Fotógrafo: Moisés Pazianotto
Direção: Wagner Solano

BIO RITMO COLOCA NO AR CAMPANHA TESTEMUNHAL

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Jul 16

As empresas de mídia e entretenimento que desejarem crescer nos próximos cinco anos terão de promover profundas mudanças em termos de tecnologia, na forma de abordar o mercado e na interpretação do comportamento do consumidor, além de considerar a formação de alianças estratégicas de negócios. Isto é o que indica a pesquisa Global Entertainment and Media Outlook: 2008-2012, divulgada pela PricewaterhouseCoopers. O relatório ressalta a importância de manter a receita com os segmentos de negócio tradicionais enquanto as novas tecnologias estão em fase de consolidação junto aos consumidores. A pesquisa projeta crescimento médio anual de 6,6% para o setor, nos próximos cinco anos, atingindo receita de US$ 2.2 trilhões em 2012.

“Estamos vendo a consolidação de um novo modelo de negócios no setor de mídia e entretenimento” afirma o sócio da PricewaterhouseCoopers Marcel Fenez, líder dos serviços para empresas de Mídia e Entretenimento. “Alguns segmentos, como a indústria cinematográfica, já experimentaram essa situação num passado recente, mas foram movimentos pequenos se comparados ao que está por vir. Nenhum negócio será bem-sucedido sem alianças estratégicas e parcerias de negócios. Os desafios são enormes e a demanda por inovação também” diz ele.

Alianças estratégicas substituirão a verticalização

Diversas tecnologias estão, agora, atingindo seu ápice e terão profunda influência tanto no ritmo quanto como direcionadores do crescimento do setor nos próximos cinco anos. A penetração do serviço de banda-larga se mantém em ritmo acelerado em escala global, os serviços móveis vêm ganhando terreno rapidamente - conquistando cada vez mais consumidores e melhorando a infra-estrutura necessária para a nova onda de expansão que compreende o acesso a internet, veiculação de publicidade e transmissão de programas de televisão. Salas modernas, projeção digital e em 3-D (terceira dimensão) estimulam e valorizam o hábito de ir ao cinema enquanto as transmissões de televisão em alta resolução assim como em DVD revigoram o investimento em home theaters. O motor por trás da expansão dessas novas tecnologias raramente está nas tradicionais empresas do setor.

A expansão da banda larga continua sua trajetória, alimentando o crescimento do setor como um todo. E, segundo as projeções, esse segmento deve dobrar novamente de tamanho atingindo 661 milhões de lares em 2012, crescendo a uma taxa média anual de 16,4%. Enquanto as tecnologias móveis e digitais puxam o crescimento, os segmentos de negócios tradicionais continuarão liderando as vendas, com exceção da indústria fonográfica, na qual a distribuição digital irá superar a física em 2011. Embora a distribuição por meio digital e móvel represente somente 5% dos gastos totais em mídia e entretenimento em 2007, a receita com estes serviços responderá por 24% do crescimento estimado para o setor nos próximos cinco anos.

A geração da internet continua liderando a evolução do setor e influenciando os novos modelos de negócios que estão revolucionando a relação entre as empresas e seus consumidores. Ao adotar essas tecnologias como elemento de seu dia-a-dia, a geração internet estimula o uso destas pelas gerações mais velhas, conectando-os às novas tendências tecnológicas de mídia. Entretanto, os consumidores acima dos 50 anos desempenham um importante papel no equilíbrio do setor, sustentando os formatos tradicionais.

América Latina lidera o crescimento

A América Latina foi a região que registrou o mais rápido crescimento no setor de mídia e entretenimento em 2007. O segmento de publicidade eletrônica (via internet a cabo ou móvel) foi o que apresentou o maior aumento, um salto de 50,3%, seguido por 27,8% no segmento de videogames e 22,4% na receita com acesso à internet. Taxas de crescimento significativas também foram registradas na subscrição de TV paga e licenciamento de programas, publicidade na televisão e publicação de jornais. O Brasil é o maior mercado da região com receita de US$ 22 bilhões em 2007 e projeção de chegar a US$ 33,8 bilhões em 2012.

A projeção de crescimento para a região como um todo é de 10,6% ao ano em média, nos próximos cinco anos, com a receita total passando de US$ 51 bilhões em 2007 para US$ 85 bilhões em 2012. A Colômbia se destaca com o maior crescimento projetado na região até 2012, 14,5% ao ano. Os Estados Unidos permanecem como o maior mercado de mídia e entretenimento, porém o que apresenta mais lento crescimento, com uma taxa média anual de 4,8%.

Com a tendência de globalização do setor, Brasil, Rússia, Índia e China são importantes fontes para fomentar o crescimento do setor como um todo, impulsionado pelo aumento de renda e melhoria das condições de vida da população. Adicionalmente, um amplo e diverso grupo de países também contribui significativamente para o crescimento dos números da indústria com taxas médias anuais acima dos dois dígitos, como a Arábia Saudita e outros países do mundo árabe.

Segmentos em destaque

Mesmo com taxas de crescimento menores do que as dos últimos anos, o segmento de publicidade na internet se manterá na liderança com aumento médio estimado em 19,5% ao ano até 2012. A receita com acesso à internet (12,1%), video games (10,3%) e assinatura de televisão paga e licenciamento de conteúdo (10,1%) também terão incremento acima dos dois dígitos, de acordo com a pesquisa da PwC. Mais estáveis, os segmentos de publicidade em televisão (5.9%), parques temáticos (5%), jogos e cassinos (6.5%), indústria cinematográfica (5.3%) e esportes (6.5%) terão crescimento médio estimado entre 5% e 7% ao ano.

O segmento editorial, que inclui jornais (2.2%), revistas (3.5%), livros didáticos e literatura (2.8%), Livros técnicos e de negócios (3.2%) assim como a indústria fonográfica (-0.6%) enfrentam o mais difícil desafio, pois o crescimento nas vendas de formatos digitais, ainda que em expansão, não são suficientes para superar o declínio nas vendas físicas.

“As empresas de entretenimento e mídia estão adotando rapidamente as novas tecnologias ao mesmo tempo em que se adaptam às demandas da geração da internet de forma a garantir o crescimento dos negócios e se manter competitivos num mercado norteado pela inovação. No entanto, elas precisam também manter o foco na gestão dos negócios tradicionais, que ainda respondem pela maior fatia das receitas. Ao gerir com eficiência os negócios tradicionais e a adoção das novas tecnologias, eles estarão aptos a identificar oportunidades que lhes permitirão migrar para o novo cenário digital e atender as demandas as novas gerações” conclui Marcel Fenez.

EQUILÍBRIO ENTRE FORMATOS TRADICIONAIS E NOVAS TECNOLOGIAS É O PRINCIPAL DESAFIO PARA EMPRESAS DE ENTRETENIMENTO E MÍDIA

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Jul 15

O iG promove no próximo dia 17 de julho, às 15h, um debate ao vivo entre os candidatos a prefeito de São Paulo, primeiro evento deste tipo promovido na história da internet brasileira. O debate também é inovador em seu formato e conceito: terá como foco o eleitor - com participação direta deste no questionamento aos candidatos - e seu sinal estará liberado para reprodução por outros veículos de comunicação.

Nesta segunda-feira (7) entrou no ar uma seção no Portal para o internauta cadastrar sua pergunta em vídeo sobre os principais problemas da administração de São Paulo (www.ig.com.br/videopergunta). Os jornalistas do iG irão selecionar as dez principais perguntas a serem exibidas durante um dos blocos do debate. Além disso, o formato da discussão estabelece que o eleitor participe enviando suas perguntas ao vivo, por e-mail ou através do bate-papo do iG. Em outro trecho do programa, os candidatos farão perguntas entre si, seguindo regras estabelecidas entre a direção do iG e as assessorias das campanhas de cada político.

O link com as imagens ao vivo do evento, que será transmitido a partir do estúdio do iG, estará disponível para reprodução por qualquer site ou blog. A transcrição do conteúdo das falas dos candidatos também será disponibilizada pelo iG -medida que beneficia usuários de internet discada.

Com a liberação do sinal do debate, o Portal pretende disseminar a informação sobre o processo eleitoral na maior cidade do Brasil e contribuir com a ampliação da participação política da população. Nos EUA, no ano passado, parceria entre o site de vídeos Youtube e o canal de TV CNN possibilitou a promoção de debate entre os pré-candidatos à presidência pelo Partido Democrata Hillary Clinton e Barack Obama.

Primeiro debate desta eleição
O evento promovido pelo iG no dia 17 de julho será não apenas um marco na internet brasileira, mas também o primeiro debate entre os candidatos a prefeito de São Paulo no processo eleitoral de 2008. Os principais candidatos já confirmaram presença. O mediador será o jornalista Flávio Gomes.

IG PROMOVE PRIMEIRO DEBATE ELEITORAL NA HISTÓRIA DA INTERNET BRASILEIRA

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Jul 15

Nas reestruturações, a maior parte das empresas dá prioridade às análises técnicas, ou seja, econômicas e industriais, além de pensar nas conseqüências para as organizações e os empregados, nos procedimentos e estratégias, etc. Apenas no último momento, pouco antes de anunciar a reorganização aos empregados e aos parceiros sociais, políticos e administrativos, é que se decide tratar da comunicação. Estratégia errada. Um dirigente não pode projetar uma reestruturação sem preparar a comunicação que irá sustentar sua realização e bom funcionamento. Pesquisas mostram que 50% do sucesso de um projeto deste tipo está vinculado à comunicação. E quanto mais a empresa for conhecida, maior deverá ser o cuidado na hora de comunicar.

Alguns executivos fazem a escolha de abrir bem cedo o canal de comunicação. Essa opção obriga os gestores da mudança a explicarem suas escolhas e decisões e tem a vantagem de permitir avaliações sobre diferentes cenários e possibilidades. Escolher uma comunicação proativa, voluntarista, e ter tempo para desenvolver os instrumentos de comunicação, antes de entrar no período de turbulências, evita contratempos.

Em alguns casos o objetivo é fazer circular a informação na empresa ou instalar esquemas de retransmissões para levar aos dirigentes as reações da base, para que eles conheçam o que os funcionários estão dizendo ou fazendo, se existe credibilidade ou não. Em outros o objetivo é estabelecer boas relações com jornalistas, mas em ambos os casos, os esquemas só darão certo se preparados com antecedência e sem precipitação.

A percepção que os empregados terão sobre a orientação da empresa, das decisões de sua direção, e, sobretudo, da mudança pela qual vai passar sua vida profissional (e, em conseqüência pessoal) será construída a partir de mecanismos frágeis e versáteis, uma mistura das fontes de informação formais e informais, oficiais ou não. O conteúdo da intervenção oral de um chefe na frente da equipe, não importa o quão preparado ele esteja, será apenas parte das informações que serão percebidas pelos empregados. Provavelmente, os outros pequenos detalhes comunicam mais: gestos e olhares, tom de voz, postura, lugar da reunião, maneira como o convite foi apresentado, anseios de uns e de outros, etc. O risco é que esses pequenos detalhes ou atos falhos na comunicação tornem-se símbolos comprometedores do bom funcionamento da mesma.

É conveniente que a liderança do processo ocupe o mais depressa possível o espaço da comunicação para não deixar os empregados sem pontos de apoio quando os boatos e fofocas se intensificarem. A legislação trabalhista e a atuação sindical acabam criando temores e constrangimentos quanto ao quê e como comunicar, mas isto não pode impedir que os líderes avancem na exposição dos objetivos e das conseqüências em médio e longo prazos. Quais as perspectivas de desenvolvimento para a empresa? Por que certas mudanças são inevitáveis?

Comunicando a visão, tentando explicar os constrangimentos de mercado, esforçando-se para estar presentes, os líderes darão mostras de uma direção preocupada em apoiar seus empregados. Não é criar uma abordagem manipuladora, mas sim estabelecer etapas educativas, necessárias para ajudar os empregados a decifrar e integrar as informações dadas durante o anúncio.

Outra dificuldade para os líderes é gerenciar a defasagem de informação com os outros colaboradores. Muito antes de iniciar a fase de implantação, os líderes estudaram e se prepararam para o processo e suas etapas, passando por toda uma fase de compreensão e aceitação do que vai acontecer. Durante meses de trabalho, horas de reunião, a reestruturação acabou se tornando natural para eles. Agora, todo esse encaminhamento deve também ser realizado pelo conjunto da empresa, que não dispõe da mesma quantidade de informações, nem do mesmo tempo. O objetivo é chegar ao ponto em que cada um possa compreender a urgência de agir. Alguns demonstrarão hostilidade, o que é normal, pois é difícil aderir de imediato a perspectivas constrangedoras. A maioria precisa de mais tempo e informação.

É fundamental que se criem oportunidades e esquemas que permitam aos empregados colocar suas dúvidas, perguntas, expor sua percepção do problema, exprimir suas críticas, incompreensão e, às vezes, sua angústia. Os líderes ganharão sempre em procurar conhecer o sentimento real de seus interlocutores, para preparar-se antes de apostar na resignação dos empregados. Alguns meses antes de entrar na fase ativa da reestruturação, a empresa deveria organizar grupos de trocas e de discussão que reunissem uma dezena de empregados por vez, realizando reuniões conduzidas por especialistas sobre temas precisos relativos às dificuldades da empresa, dos apoios previstos, etc. Essa fonte de informações sobre os anseios e as percepções dos empregados identifica os temas que deverão ser abordados de maneira objetiva numa óptica de esclarecimento e de sugestão. Fundado sobre a expressão dos anseios e das sugestões de cada um, esse importante passo deve ser trabalhado coletiva e individualmente. Esse trabalho conduz à elaboração de um plano de ação.

Levar em conta o tempo necessário para que cada um possa integrar o novo ambiente, ajudar a empresa a reagir imediatamente aos diferentes acontecimentos que permeiam o desenrolar do projeto, incluindo sua fase de preparação, deixar claras as intenções da empresa por meio de ações concretas são as tarefas do responsável pelas comunicações.

Não se trata necessariamente de um diretor de comunicação, mas sim de alguém que vai se ocupar de modo permanente desse desafio durante toda a operação. Numa reestruturação, o diretor dos recursos humanos é um personagem-chave. A reestruturação só terá a ganhar se esse personagem também se engajar pessoalmente na execução da comunicação. Em períodos de mudança, a gestão dos empregados e a comunicação estão intimamente ligadas.

Gilberto Guimarães é executivo, professor do IBMEC-SP, consultor da FGV, palestrante, autor dos livros: “Esta Desabalada Carreira”, “Reestruturando Vidas e Empresas” e da coluna Entra e Sai da Revista Você S/A. Engenheiro da Poli-USP, MBA pela GV e vários cursos de especialização. É diretor da multinacional francesa Groupe BPI no Brasil, empresa que atua na área de consultoria em RH e reorientação profissional especializada - outplacement - com mais de 200 escritórios pelo mundo. É presidente do Instituto Amigos do Emprego, presidente do Integro e coordenador do PNBE - Pensamento Nacional das Bases Empresariais.

A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO NAS REESTRUTURAÇÕES - POR GILBERTO GUIMARÃES

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Jul 14

boticario02.jpgO Boticário surpreende os leitores das revistas Veja, Época, Contigo, Caras e Quem da próxima semana com um anúncio seqüencial, com cinco páginas, que fala da nova linha de comunicação da marca. Depois da estréia do comercial “Repressão” em rede nacional, a peça impressa retoma o tema abordado no filme. Acreditar no poder da beleza como agente transformador e contagiar todos ao redor. Esta é a essência da nova linha de comunicação do Boticário.

No anúncio, vários objetos que representam a beleza aparecem em páginas duplas chamando a atenção do leitor dessas revistas semanais. Montanhas de espelhos, escovas de cabelo, sapatos de salto alto e secadores são acompanhadas pelos títulos: “Não seria bom viver num mundo sem vaidade?”, “Um mundo onde a imagem não tivesse importância?”, “Um mundo onde fosse proibido chamar a atenção?” e “Não seria bom viver num mundo onde a beleza não fosse valorizada?

Depois dessas imagens de impacto e que parecem montes de lixo, três mulheres lindas surgem na última página do anúncio com a resposta: Não, não seria. A assinatura da peça “O Boticário. Acredite na Beleza” finaliza a idéia da nova linha de comunicação adotada pela marca com o início da veiculação do filme “Repressão” no último domingo.

Na seqüência, o Boticário colocará no ar o segundo filme, que mostrará o conceito da beleza que contagia e transforma o dia-a-dia e tudo o que está ao redor. O comercial terá versões de 60″, 30″ e também vinhetas.

Ficha Técnica - Anúncio
Anunciante: O Boticário
Título: Mundo sem vaidade
Produto: Institucional
Diretor de Criação: Marcello Serpa, Dulcidio Caldeira, Luiz Sanches
Redator: Renato Simões, André Kassu
Diretor de Arte: Bruno Prosperi, Marcos Medeiros
Fotógrafo: Gui Paganini
Ilustrador: Rodrigo Gelmi
Produtor Gráfico: José Roberto Bezerra
Atendimento: Fernão Cosi, Ana Carolina Boccia, Caroline Gouveia, Yoshiko Saito
Planejamento: José Luiz Madeira, Cintia Gonçalves, Sabrina Guzzon, Caique Tizzi
Mídia: Wanderley Jovenazzo, Thelma Rodrigues, Viviane Vela
Aprovação: Artur Grynbaum, Andrea Mota, Fernando Dutra, Evandro Madeira

ANÚNCIO SEQÜENCIAL COM A NOVA LINHA DE COMUNICAÇÃO DO BOTICÁRIO CHEGA À MÍDIA

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Jul 14

No livro Resiliência, Eduardo Carmello discute duas formas de transformação organizacional consistentes. A primeira mostra como executivos podem engajar talentos para produzir mudanças valorosas para a empresa. Já a segunda diz respeito às posturas individuais necessárias que um líder deve ter para construir seu sucesso.

Segundo o autor, uma pessoa ou empresa resiliente é aquela que promove as transformações necessárias para alcançar seus objetivos e propósitos mais nobres. Ser protagonista em situações difíceis traz para quem exercita a resiliência a sensação de confiança e evolução quando se busca um constante aperfeiçoamento de suas competências.

Carmello mostra que é possível aplicar tais qualidades no processo de trabalho de uma empresa. Para isso, separa os componentes que formam a resiliência para exemplificar como ela funciona no mundo corporativo, explicando quais são os tipos de condutas, características e atributos de uma atitude resiliente.

No livro são apresentados cases famosos, como o Harley Davidson, a famosa fabricante norte-americana de motocicletas de alta cilindrada. Após trabalhar mais de 10 anos com os temas liderança, mudança e resiliência nas organizações, o autor é capaz de apontar como executivos podem mudar a usual postura de “esperar as coisas acontecerem para, depois, fazer algo a respeito”. O grande valor de seu texto é mostrar como o líder pode se tornar um “agente transformador”, que não se limita a enfrentar problemas, mas sim em evitá-los.

O livro é recomendado para profissionais que ocupam cargos de chefia (presidentes, diretores, gerentes, supervisores e coordenadores), especialistas em recursos humanos e para pessoas que pretendem desenvolver suas habilidades para lidar com projetos de alta complexidade.

Sobre o autor - Eduardo Carmello é diretor da Entheusiasmos Consultoria em Talentos Humanos. Consultor organizacional e educacional especialista em Gestão Estratégica de Pessoas, trabalhando dentro do modelo de Competências com foco em Desempenho. Coach com Certificação Internacional pela Lambent do Brasil. Conferencista nacional e internacional. Docente dos cursos de pós-graduação do Centro Universitário de Maringá (CESUMAR) e do Instituto Catarinense de Pós-Graduação - Associação Brasileira de Recursos Humanos (ICPG/ABRH). É colaborador da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD). E autor dos livros O poder da informação intuitiva e Supere (Editora Gente) e co-autor do Manual de treinamento & desenvolvimento.

A CHAVE DO SUCESSO DE UMA EMPRESA

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Jul 11

O que provoca o nascimento de uma empresa? Não é a assinatura do estatuto social, e sim quando algum risco é assumido como, por exemplo, o abandono do emprego antigo, o pagamento do primeiro aluguel do novo escritório, a responsabilidade da entrega do primeiro pedido. Quando o risco assumido for substancial, a organização deixa de ser sonho e passa ao estágio seguinte de desenvolvimento, denominado Infância.

Uma vez assumido o risco, ele tem que ser coberto. Dinheiro é necessário para pagar as contas. Para muitas empresas novatas, a passagem das idéias aos resultados é um momento penoso e exasperante. As relações em uma empresa são como na vida real: antes de um casamento há o namoro, onde tudo é belo. É comum as pessoas dizerem, “antes do casamento conversávamos o tempo todo, mas agora nunca nos vemos”. Em contrapartida, quem está sendo cobrado responde, “mas quando nos casamos decidimos que queríamos estabelecer família e comprar uma casa, e isso exige dinheiro”.

O mesmo acontece em uma organização “Criança”, aquela que tem menos de cinco anos. Quando os idealizadores pensavam em ter uma empresa, havia tempo para sonhar. Uma vez assumido o risco, é preciso agir. Seus fundadores são os primeiros a serem encarcerados, porque a nova ordem social não precisa de sonhos, precisa de realização. Nesse estágio, as perguntas freqüentes são: O que você vendeu? Você produziu alguma coisa? As cobranças fazem com que os idealizadores sintam-se desestimulados. “Não tenho tempo para pensar”, ou ainda, “tenho coisas demais para fazer” são as reclamações típicas do gerente de uma organização Criança.

Uma empresa Criança vive um grande paradoxo. Enquanto é preciso assumir riscos maiores, e para isso é necessário um idealizador de pulso firme para ser bem-sucedida, a empresa Criança tem poucas diretrizes, poucos sistemas, procedimentos e orçamentos. Todo o seu sistema administrativo pode estar escrito no verso de um envelope velho guardado no bolso do fundador. A maioria das pessoas dessa empresa, inclusive seu fundador, está na rua vendendo - fazendo. Há poucas reuniões de pessoal. A organização é altamente centralizada e apresenta uma postura pouco empresarial nesse sentido. No entanto, segue em frente a pleno vapor, sem conhecer seus pontos fortes e suas vulnerabilidades.

Um negócio, nessa fase, assume um excesso de compromissos, por acreditar que poderá cumpri-los. As agendas estão lotadas e as datas de entrega começam a ser adiadas. Se um produto é entregue no prazo, talvez lhe falte alguma peça. Entretanto, a organização se mantém aberta às reclamações dos clientes, tentando atender às necessidades, inclusive, trabalhando nos fins de semana.

A organização criança é um ambiente muito pessoal. Nela todos se chamam pelo primeiro nome, há pouquíssima hierarquia e inexiste um sistema de contratação de pessoal ou de avaliação de desempenho. As pessoas são contratadas à medida em que se tornam necessárias. Quase sempre são solicitadas a trabalhar imediatamente. São promovidos aqueles que apresentaram resultados o que souberam exercer pressão sobre o patrão.

Nesse estágio, a empresa exige “leite” (capital operacional) freqüentemente e, caso o fundador venha a falecer, não há ninguém capaz de substituí-lo. Ela não possuiu passado nem experiência, de modo que um erro no projeto do produto, ou nas vendas, nos serviços ou no planejamento financeiro, pode ter repercussões fatais. E a probabilidade disso acontecer é alta, pois a empresa vive com dinheiro contado, sem capital para criar a equipe complementar necessária para se tomar decisões empresariais equilibradas.

Mas uma criança não pode permanecer criança para sempre. O tempo e as emoções necessárias para manter viva uma organização Criança são freqüentemente muito superiores aos retornos econômicos que ela oferece, de modo que, se a Infância prolongar-se, vai minguando o orgulho que o fundador proprietário sente pelo negócio. Ele vai se exaurindo e acaba por desistir.

A morte da organização não é iminente ou súbita, mas um processo prolongado em que o grau de compromisso emocional para com o empreendimento não pára de diminuir até que finalmente se extingue e, no geral, ela - a empresa - não chegou a completar cinco anos. Era apenas uma Criança.

Luiz Fernando Garcia - é consultor especialista em manejo comportamental e empreendedorismo em negócios. É metodologista, empresário, palestrante e autor dos livros “Pessoas de Resultado” e “Gente que faz”, da Editora Gente.

Desenvolveu mais de 52 metodologias de foco comportamental, acumulando cerca de 20 mil horas de aplicação nessa modalidade. Uma delas destinada à formação e capacitação de empresários e profissionais que trabalham com negócios, conhecida como GD - Grupo Dirigido de Psicodinâmica em Negócios.

É um dos quatro consultores certificados pelo ONU (Organização das Nações Unidas) para coordenar os seminários e capacitar os coordenadores, facilitadores e trainees do EMPRETEC/SEBRAE.

Coordenou a equipe responsável pelo desenvolvimento do T.O.T (Training of Trainers) da metodologia EMPRETEC no Brasil, América Latina e África (ano 2002 / 2003).

Conteudista e responsável técnico pelo projeto de Educação Empreendedora no Ensino Médio-Técnico MEC(Ministério da Educação e Cultura)/SEBRAE - 2000, qualificando mais de 12.000 educadores no Brasil, além da certificação Notório Saber em comportamento empreendedor (MEC).

É pioneiro no Brasil, na abordagem de Orientação para Resultados e equipes e empresas e pelo desenvolvimento da metodologia de Manejo Comportamental como no Projeto APL - Arranjos Produtivos Locais para a Fiesp - Federação das Indústrias do Estado de São Paulo.

POR QUE O SONHO DE TER UMA EMPRESA MORRE ANTES QUE ELA COMPLETE CINCO ANOS? - POR LUIZ FERNANDO GARCIA

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Jul 10

Viver uma experiência com riqueza de detalhes e cores que se multiplicam através da tela de um televisor LCD. É com esse conceito que a Sony Brasil lança amanhã, dia 11 de julho, a nova campanha publicitária da linha Bravia, que apresentará ao consumidor os modelos em Alta Definição 2008/2009. Intitulada “Você nunca viu detalhes assim”, a campanha tem como objetivo mostrar a qualidade e a reprodução de cores dos novos televisores Bravia.

“Se no ano passado, privilegiávamos a explosão de cores que os televisores de LCD proporcionavam, neste ano, o foco é a riqueza de detalhes, que somados às cores diferenciadas de uma Bravia, tornam a experiência do consumidor muito mais divertida e prazerosa”, explica Marcus Trugilho, gerente de Comunicação e Propaganda da Sony Brasil. Alguns recursos presentes na linha Bravia serão enfatizados em diversas peças publicitárias, tais como as tecnologias Full HD, com mais de dois milhões de pixels e resolução 1920×1080 linhas, que garante, atualmente, a máxima resolução de imagem no televisor, em alta-definição real, ideal para assistir a filmes em Blu-ray e a conteúdo de TV Digital em HD; Bravia Engine, que proporciona uma reprodução de imagens de altíssima qualidade, sem ruídos, e Bravia Sync, que permite a sincronia entre o televisor e diversos outros produtos, como Home Theatres e reprodutores de DVD, Blu-ray e Handycam.

Desenvolvida pela agência Dentsu, a campanha será veiculada na televisão aberta, por assinatura e em cinemas de todo o país; anúncios em importantes revistas (Veja, Caras, Época, IstoÉ Platinum, Monet, Casa Vogue, KAZA, Playboy, VIP, Claudia, Revista A, entre outras), jornais e mídias outdoor e indoor como, por exemplo, a colocação de espelhos em bares, no formato convexo com a finalidade de mostrar o conceito dos detalhes Bravia, como se fossem uma lente de aumento; Mica Cards e um coelho gigante de 10 metros de altura, instalado na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, durante os meses de agosto e setembro.

“Para a nova campanha de Sony Bravia, a Dentsu criou o conceito a partir do filme “Coelhos”, desenvolvido pela Sony Europa e desdobrou a idéia nas mais diversas mídias, sempre procurando mostrar “detalhes” que só uma Bravia poderia exibir”, explica Felipe Cama, diretor de criação da Dentsu Latin America.

FICHA TÉCNICA

Título: Você nunca viu detalhes assim

Anunciante: Sony

Produto: Bravia

Agência: Dentsu Latin America

Criação: Hugo Amaral e Ricardo Polinesio
Direção de Criação: Felipe Cama
Ilustração: Seagulls Fly
Art Buyer: Ana Luiza Rodrigues
Produtor Gráfico: Ricardo Lopez
Nacionalização: 27 produções
RTV: Regina Knapp

Aprovação do Cliente: Marcus Trugilho e Caroline Mejlachowicz

Atendimento: Bruno Bettencourt, Carolina Abreu e Marina Ishihara

Mídia On line

A nova campanha de Bravia também contempla as mídias on line. A partir da linha de comunicação, que tem como base a forma lúdica e cativante da imagem dos coelhos de massinha, para mostrar as cores e os detalhes que só os televisores Bravia proporcionam, a LOV, agência especializada em mídia on line, desenvolveu um Hotsite integrado ao Site Colaborativo da Sony.

Através de uma navegação fácil e intuitiva, o consumidor, ao se aproximar do televisor Bravia, visualiza conteúdos especiais como Curiosidades do Mundo da TV, confere os principais Blogs que falam sobre a tecnologia de alta-definição, ganham “Goodies” especiais para personalizar seu computador e celular, além de conhecerem cada um dos novos televisores Bravia, com exibição de detalhes do design e tecnologias exclusivas da Sony. No Hotsite, também serão exibidos todos os materiais da campanha, como o filme de TV e o Making Of da produção do filme, que contou com a presença de mais de 40 animadores e 2,5 toneladas de massa de modelar.

Ações especiais serão realizadas em sites verticais, como Guia da Semana onde, semanalmente, a Bravia patrocinará detalhes sobre algum filme em cartaz; patrocínio do novo MSN Messenger TV, canal dentro do aplicativo de mensagens instantâneas do MSN, que permite aos usuários assistirem a vídeos juntos com seus amigos e, também, programas “Ondemand” do Terra TV, como Grey’s Anatomy, Reality, Desperate Housewives e outros.

Sobre a Sony Brasil: Líder mundial em áudio e vídeo, a Sony conta com 2.300 funcionários distribuídos em dois escritórios (São Paulo e Rio de Janeiro) e nas fábricas na Zona Franca de Manaus. Em maio de 2008, a empresa inaugurou a primeira loja própria Sony Style, localizada no Shopping Cidade Jardim, em São Paulo. A empresa estrutura-se em duas áreas: Consumidor e Profissional. A primeira, voltada para o consumidor final, fabrica e comercializa toda a linha de áudio e vídeo, câmeras de vídeo, câmeras fotográficas digitais, notebooks e som automotivo. Já a área de Profissional comercializa soluções de negócios para o mercado corporativo e está estruturada em três divisões: Informática, Broadcast e B&I.

Empresa-cidadã e engajada no desenvolvimento social do País, a Sony atualmente apóia projetos ligados à capacitação de jovens de baixa renda e à preservação e uso racional do meio ambiente. É parceira do Instituto Criar de TV e Cinema e do Instituto da Cidadania.

Seus processos, instalações, produtos e serviços são incorporados a um Sistema de Gestão Ambiental, que conta com o envolvimento de todos os colaboradores da empresa. Sua principal ação nesse sentido é o Programa Green Partner, lançado em 2002, com o objetivo de garantir que todos os componentes e matérias-primas utilizados nos produtos Sony sejam inofensivos ao meio ambiente.

SONY - CAMPANHA PUBLICITÁRIA APRESENTA “VOCÊ NUNCA VIU DETALHES ASSIM”

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Jul 10

Acaba de estrear a campanha publicitária do bombom Serenata de Amor, da Chocolates Garoto, um dos mais tradicionais da marca e que tem a preferência do público há 58 anos. O filme “O amor é inexplicável, mas tem umas coisas que você pode entender”, assinado pela W/Brasil, reverencia o amor de forma psicanalítica e tem duração de 60 e 30 segundos.

A campanha será veiculada até outubro em TV aberta, por assinatura, rádio e cinema nas capitais dos estados das regiões Sul e Nordeste. Além disso, serão realizadas degustações do produto em ações na Internet. O objetivo é fazer a interação do público jovem com a marca.

A expectativa da empresa com esta campanha é fortalecer a marca Serenata de Amor e impulsionar as vendas. que hoje conta com a mais moderna tecnologia e é um dos bombons mais vendidos no País. O produto tem recheio à base de castanha de caju, envolvido por uma camada de biscoito waffer e coberto com uma camada de chocolate ao leite.

GAROTO COLOCA NO AR NOVA CAMPANHA DO SERENATA DE AMOR

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Jul 10

O London International Awards (LIA) - que tem articulação estratégica no Brasil da Lítera - Construindo Diálogos - prorroga o prazo de inscrições para todas as categorias até dia 25 de julho. A premiação da edição de 2008 acontecerá na capital britânica, em 10 de novembro.

As agências de propaganda e publicidade podem inscrever seus trabalhos em nove categorias: Design, Digital Media, Integrated Media, Non-traditional Media, Package Design, Poster & Billboard, Print, Radio e Television/Cinema.

As inscrições devem ser efetuadas pelo site www.liaawards.com.

DIA 25 DE JULHO É O ÚLTIMO DIA PARA INSCRIÇÕES NO LONDON INTERNATIONAL AWARDS 2008

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