Out 02

Toda criança tem o direito de brincar, participar e explorar o mundo que a cerca. Esta é a causa mundial da marca Omo que, a partir de hoje, lança no Brasil sua campanha global pelo desenvolvimento infantil. A peça principal é o filme Roboboy, desenvolvido pela BBH para o posicionamento “Porque se sujar faz bem” da marca. A Borghierh / Lowe é responsável por Omo no Brasil.“Em agosto deste ano, divulgamos o estudo inédito ‘Dar aos Nossos Filhos o Direito de Serem Crianças’, que entrevistou mães de 10 países sobre a percepção delas em relação ao brincar e tudo o que cerca este universo, como segurança, falta de tempo delas com os filhos, saúde e obesidade. Agora, daremos continuidade a este projeto com o lançamento desta campanha para conscientizar a todos sobre os benefícios da aprendizagem pelas experiências”, diz Priya Patel, diretora da área de Higiene e Limpeza da Unilever.
Roboboy tem início mostrando a vida solitária e sem brincadeiras de um menino-robô. As cenas se passam em um local cercado por natureza. A partir do momento em que um cachorro se mexe e o suja, ele começa a se movimentar e a ter vida. O robô sai de casa e passa a entrar em contato com a terra, as plantas, os bichos e a água e, com isso, vai se transformando em um garoto. O filme encerra com a assinatura: “Toda Criança tem Direito de Ser Criança”.
O comercial foi gravado em Los Angeles e o robô foi criado e operado durantes as filmagens pela Stan Winston’s Studios, produtora responsável pelos efeitos de Jurassic Park. A campanha, também terá anúncios em mídia impressa, exterior e rádio. Para o lançamento no Brasil, serão investidos mais de R$ 9 milhões.
O desenvolvimento infantil é o eixo central do programa “Porque se sujar faz bem”, de Omo. Desde 2001, a marca investiga a importância que o brincar e a liberdade para se sujar têm para as crianças com o objetivo de colaborar para o conhecimento, a reflexão e a sensibilização sobre este importante tema.
MarketingStation.com.br








Dezembro 1st, 2007 às 11:05 pm
Vale a pena lembrar que, em 70% das cenas o robo eh uma versao 3D, desenvolvida pela pos-produtora inglesa The Mill (www.the-mill.com), onde o robo tambem teve seu design definido e depois construido fisicamente pela Stan-Winston, utilizando o nosso objeto digital.
Eu fui o supervisor de 3d deste projeto, que contou com um time de 5 artistas no total. Um irlandes, 2 franceses, uma alema e um brasileiro.
Abracos.
Mario